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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vidas com sentido





"Para mim viver é Cristo"! Fil 1, 21

Qual o sentido da (tua) vida?!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Missão Alentejo 2011 - Campo Galveias

Com o lema "Semear o Trigo da Palavra com Ana Maria Javouhey", três jovens do GJMAC – Grupo de Jovens Missionários de Avelãs de Caminho, duas jovens de Coimbra, uma jovem de Torres Novas e quatro jovens do Estreito de Câmara de Lobos - Madeira, deslocaram-se para a localidade de Galveias – Ponte de Sôr. Estes dez jovens estiveram em serviço missionários desde o dia 30 de Julho até ao dia 7 de Agosto.
De novo inseridos num povo e numa instituição, dedicaram esta semana missionária às crianças,
aos jovens e aos idosos, não deixando de lado as pessoas de meia-idade. Estes 10 missionários viveram em unidade familiar tão natural entre missionários dando cumprimento aos objectivos para a missão "Alentejo 2011", a saber: acolher e repartir o alimento da Palavra e da Fraternidade; celebrar e aprofundar a Palavra de Deus como verdadeiro alimento de quem segue Jesus; testemunhar o espírito missionário que nos leva a "estar em toda a parte onde há bem a fazer e sofrimento a aliviar".
Coordenou este campo o missionário Micael Vidal que diariamente enviava os irmãos missionários para as mais diversas áreas. Assim durante esta semana decorreram visitas ao domicílio, encontros com as crianças, encontros com jovens, noites missionárias, uma actividade nocturna com os jovens, encontro com os casais das Galveias, uma vigília paroquial e por fim a festa do campo. Estas actividades foram o cumprimento dos objectivos do campo "Galveias.11", a saber: interagir com a população local e utente da Fundação; partilhar a vocação missionária como compromisso baptismal; dinamizar momentos de convívio: idosos, jovens e crianças; fazer da oração, pessoal e comunitária, meio de comunhão com o restante grupo.
Estas actividades foram bem-sucedidas e os missionários esforçaram-se para fazer um excelente trabalho com a sua presença. Fruto deste esforço foram as marcas deixadas nos corações de quem esteve presente no campo "Galveias „11".
Criaram-se novos laços de amizade e de certeza que durante os próximos anos falarão da nossa passagem por esta pacata localidade que, no período do verão, é povoada por emigrantes e amigos e quase despovoada o resto do ano.
Fomos acolhidos por pessoas que não se sentiram indiferentes com a nossa presença e, embora não nos conhecessem, escutaram-nos, caminharam ao nosso lado, apoiaramnos. Cantámos, brincámos, rezámos, conversámos, trabalhámos, fizeram-se pequenos arranjos, …, procurámos dar testemunho da nossa fé através das nossas atitudes e das nossas palavras.
Fomos simplesmente nós com todas as nossas limitações.

Sabemos que o que fizemos é "uma gota de água no oceano", mas, temos a esperança que esta gota de água tenha servido para ajudar a encher um copo de fé, de fé em Jesus Cristo.
A partida missionária foi muito difícil, foram criados grandes laços entre os missionários, para além dos laços criados com a localidade das Galveias e as suas gentes.
Partimos com dois desejos: de que estes 10 missionários voltem às Galveias em missão…e que a Missão "Alentejo 2011" – Campo "Galveias „11" dê os seus frutos!



O Coordenador do campo "Galveias „11"
Micael Vidal

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Missão Alentejo 2011 - Campo de Arronches




“Semeando o trigo da Palavra com Ana Maria”

Durante a primeira semana de Agosto, o Grupo Missionário Cluny abraçou a oportunidade de fazer missão no Alentejo.

Divididos em dois grupos, dezasseis jovens missionários abdicaram de uma semana de férias para servir o Senhor nos irmãos alentejanos. Na verdade, dar a conhecer e reconhecer Jesus e a Sua obra era o principal objectivo da missão, que se cumpriu e foi recompensado pelos sorrisos conquistados por parte daqueles com que se foram cruzando no caminho.

Nas Galveias, onde o grupo missionário se reuniu, acolhidos pela Irmã Adriana, foram divididos e enviados para os respectivos campos de missão numa oração de envio. Rezando em grupo para que o Espírito Santo nunca se apague nos corações missionários, os grupos puderam partir para a missão com um alento maior, convictos de que o único e verdadeiro amigo é Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Acompanhadas pela Irmã Matilde, responsável e coordenadora da missão, o grupo de Arronches chegou à vila na manhã de Domingo. Certas de que seria uma semana para os outros e pelos outros, as jovens rapidamente se adaptaram à vila alentejana e ficaram bastantes admiradas com toda a hospitalidade e simpatia que o povo demonstrou.

Acolhidas na comunidade das Irmãs, as seis jovens desfrutaram de uma experiência única: viver em comunidade com as Irmãs durante uma semana! Deste modo, adaptaram-se à vida comunitária, respeitando os horários das orações, dos momentos de partilha e até dos silêncios, por vezes tão essenciais. Todos os dias rezaram, comunitariamente laudes e vésperas e, para alegria de todas, foram-se juntando algumas associadas e outros leigos nos diversos momentos de oração.

O grupo, juntamente com as Irmãs, preparou actividades para crianças, jovens, adultos e população em geral. A todas elas o povo foi receptivo e muito colaborante. Embora a população mais jovem não estivesse muito ligada à Igreja, tentou transmitir-se a alegria de viver caminhando em Cristo e por Cristo - a semente foi lançada!

Sempre com a ajuda e orientação das Irmãs, puderam visitar alguns lares de idosos, bem como a unidade de Cuidados Continuados e fazer, ainda, visitas domiciliárias a algumas senhoras que vivem isoladas, doentes e que não têm possibilidade de ir à Igreja.

Foi uma grande graça poder levar um sorriso, uma palavra de conforto, uma simples carícia àqueles que mais precisam e, com eles rezar, conversar, escutar os seus problemas, alegrias, sofrimentos e, em cada um, reconhecer o rosto de Cristo que chama e sofre em tantos irmãos.

De forma a fortalecer e edificar a fé em Jesus Cristo, o Pe. Ricardo Conceição esteve durante dois dias no campo de missão desafiando cada uma a mergulhar na Palavra e a testemunhar com coragem e determinação a sua fé. A sua presença contou ainda com um encontro de jovens e outro com leigos. Foram momentos fortes de confronto com a realidade de Arronches, com a vida paroquial e de lançamento de propostas para renovar a Igreja local: encontros de casais, grupo missionário na paróquia…

Também o apoio do Pe. Fernando, pároco de Arronches, foi imprescindível. O sacerdote orientou, entre outras coisas, a Vigília de Oração e esteve presente na Via-Sacra realizada pelas ruas da vila e dinamizada por quinze famílias que se predispuseram a retratar e embelezar as várias estações. Com o apoio da Irmã Celeste, que encheu as ruas com a sua voz, e a orientação da Irmã Conceição, o percurso decorreu com um imenso respeito por parte do povo e uma vivência cristã muito intensa.

Houve ainda momentos de formação de grupo sob a orientação da Irmã Matilde, muito valorizados e apreciados por todas, e tempo para conviver com as Irmãs, como foi o caso do piquenique em Chãndavilla e a visita ao Santuário de Nossa Senhora das Dores.

A semana foi ainda presenteada com a presença da Senhora Peregrina na Comunidade de Arronches. Sublinhando as palavras da Irmã Ludovina, aquando da entrega da imagem à Comunidade de Torres Novas “por vezes há pequenos gestos das mãos de Deus que se tornam grandes aos nossos olhos”. Ter acompanhado a Senhora Peregrina no início e no fim da sua peregrinação pelas comunidades SJC, foi para as jovens, um dos imensos gestos ternurentos do nosso Deus.

Um obrigada sincero às Irmãs da Comunidade de Arronches, nossas madrinhas! Recordamos e guardamos no nosso coração o testemunho de vida, de entrega e disponibilidade que nos deram durante toda a missão! Unidas pela corrente de oração que constituímos na partida, vivemos com a certeza que é ela que une e edifica aqueles que têm fé. Um agradecimento muito especial pela hospitalidade e pelo carinho dedicado ao grupo missionário.

Com a alegria de este ano ter semeado o trigo da Palavra com Ana Maria, o grupo espera uma próxima oportunidade para renovar a sementeira e permitir que dê bom fruto, com a graça de Deus.

P’lo Grupo Missionário

Soraia Barros

sábado, 25 de junho de 2011

Fátima, a mais Bela das Aparições




“Olhem o céu!” E ao inclinarmos a cabeça, vimos um arco-íris tão intenso, tão brilhante, tão especial em torno do sol. Era sexta-feira, 13 de Maio e o grupo de jovens S. José de Cluny renui-se uma vez mais. Desta vez em Fátima!

Incentivados pela fé, vários jovens aceitaram o convite feito pelas Irmãs S. José de Cluny. Conhecer a mensagem de Maria, num fim-de-semana diferente, era a proposta da congregação. De facto, o grupo reuniu na sexta-feira preparando-se para dois dias que aliaram a alegria de viver, com uma corrente de oração contínua.

Fátima é um dos locais mais especiais que existe no mundo. A sua grandiosidade, a par da espiritualidade que se vive no santuário, faz do recinto um lugar de culto, um lugar cheio de esperança.

Quando confrontada com o sofrimento de alguns que por lá passaram, entre choros e silêncios profundos, sentia-me reconfortada quando olhava para a imagem de Nossa Senhora. O seu sorriso, meigo e sereno, tranquilizava todos aqueles que clemências lhe pediam.

Como jovem integrante do grupo que participou naquele fim-de-semana especial, senti que a vontade de rezar ia crescendo à medida que a história dos pastorinhos ia sendo contada. Maria escolheu Portugal. Um país pequenino. Onde, naquela altura o analfabetismo cobria parte da população. Escolheu um país pobre, mas crente. E escolheu três crianças. Três pequenas crianças. Juntas foram capazes de oferecer a Deus os seus maiores sacrifícios em nome dos pecadores. Tal como Jesus.

A via-sacra que o grupo foi convidado a observar, fez-se em silêncio e em oração.

A dada altura, sempre acompanhados pelas Irmãs, sentamo-nos em frente a uma figura angélica. Naquele momento, também eu me senti diante de um anjo. E com uma força de rezar que jamais tinha tido… “Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.”

Na peregrinação ao Sameiro, feita em Março passado, o grupo fez três terços. Dois deles foram deixados em Braga (Sameiro e Nogueiró) e o último foi entregue a Nossa Senhora de Fátima, junto à Capelinha onde ocorreram as aparições de Agosto. Ficou assim cumprida a missão que nos foi colocada na nossa última jornada.

De todos os momentos especiais que aconteceram naquele fim-de-semana, houve um que me marcou mais. A oração de tarde de sábado. Talvez por ser profundo na sua simplicidade… “Abrir a tenda dos nossos corações” foi o tema daquela prece. Abrindo, não a tenda, mas o meu coração por completo, senti a presença de alguém essencial naquela salinha. E naquela hora, todos soubemos que Ele olha por nós e nos ama todos os dias… Sempre mais e mais.

Pela noite tivemos ainda a oportunidade de rezar o Terço com irmãos de todo o mundo e escrever a Nossa Senhora de Fátima, em jeito de agradecimento pelo dia, pelas descobertas e principalmente pela proximidade que conseguimos através da nossa corrente de oração contínua.

Naquela noite pensei em várias coisas que já aconteceram na minha vida. Lembrei-me de um episódio que decorreu na primeira aula que tive na faculdade.

A medo entrei num daqueles enormes anfiteatros e quando olhei para a secretária do professor vi um frasco, bolas de golfe, areia e água. O docente foi contado uma história à medida que ia colocando no frasco as bolas de golfe, a areia e a água. Tudo coube no frasco. E se fosse ao contrário? Com certeza que as bolas de golfe não caberiam no recipiente. Foi então que percebi que ao longo da minha vida, tinha dado importância às pequenas coisas e não às mais importantes.

Naquele dia, perante o santuário e aquele grupo não de jovens, mas de amigos, tão unido e tão predisposto a amar Cristo, a certeza de que Jesus é um dos grandes pilares da minha vida, ficou fortificada.

O momento de oração na noite de sábado permitiu que reflectíssemos não só no dia, mas também em outros momentos da nossa, ainda, pequena vivência. Já no domingo participamos na Santa Missa, escutando e interiorizando a palavra de Deus, nosso Pai.

Foi sem dúvida, mais um fim-de-semana diferente, proporcionado pelas Irmãs de São José de Cluny. Fim-de-semana que fomentou o gosto pela oração e permitiu um verdadeiro “Encontro com Maria”.

Soraia Barros

(Grupo Missionário Totus Tuus)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Fundação do Grupo Missionário Totus Tuus (Porto)


Foi, através desta grande vontade de amar Jesus e de viver a nossa vida à sua imagem, que abrimos os nossos corações, àqueles que mais precisam e fundamos este Grupo Missionário, com a esperança, de através dos pequenos gestos, fazer a diferença.

Este, é um projecto que ultrapassa totalmente o voluntariado propriamente dito. O objectivo é chegar mais além. É sobretudo criar uma partilha constante da Fé, é demonstrar, como através do amor que temos a Jesus, tudo pode ser possível, inclusive, abdicar de algo que pudesse ser feito em nosso proveito e converter esse tempo numa acção mais rica, mais profunda. Falo-vos de uma coisa tão simples, tão banal, mas que, aos poucos e poucos pode mudar vidas. Baseia-se, essencialmente, em dedicar algumas horas do nosso dia-a-dia a alguém próximo de nós, dar-lhe a mão e continuar esta caminhada com Jesus.

Este esforço que faremos, na tentativa de partilhar a Fé, a ajuda e a alegria, apenas será bem sucedido com a colaboração de todos, porque um grupo missionário, é acima de tudo, o despertar para a solidariedade mútua e para o trabalho em equipa.

Foi o culminar de uma vontade conjunta e de um espírito aventureiro que este grupo missionário surgiu e que com perseverança, oração e esforço pessoal, crescerá cada vez mais, com o intuito de chegar totalmente àqueles que mais precisarem de nós.

Seguindo as palavras da nossa fundadora, Ana Maria Javouhey – “Senhor, eis-me aqui, fazei de mim o que quiserdes”.

Um bem-haja a todos, pois sem a vossa colaboração nada disto seria possível!

P'lo Grupo Missionário Totus Tuus

Catarina Santos

quarta-feira, 9 de março de 2011

Firmes na Fé, com Maria – O SIM A JESUS

Durante o último fim-de-semana de Fevereiro, catorze jovens, de pontos distintos de Portugal, reuniram-se em Braga para aqueles que viriam a ser, três dias de reflexão, de oração, caminhada e também de grande convívio.
As jovens, inicialmente divididas em dois grupos, uma vez que parte delas eram oriundas de Coimbra e outras vinham do Porto (residência universitária de S. José de Cluny), iniciaram o fim-de-semana através do visionamento de um filme apelativo ao tema que as reunira.
A película intitulava-se “Letters to God” e foi a melhor maneira de introduzir os dias que se seguiram. A interpretação do filme foi muito bem conseguida, pois invocava a ponderação e a forma como Deus entra e invade as nossas vidas. As mudanças, por vezes, são surpreendentes e claro, sempre melhores.
Depois de inseridas no pensamento que conduziria os restantes dias, as jovens acolhidas no harmonioso Centro Infantil de Braga, puderam por fim direccionar as suas ideias no contexto que as envolvia.
No sábado, dia 26 de Fevereiro, iniciou-se por volta das 8h30 da manhã, depois do pequeno-almoço, a peregrinação ao Sameiro.
O grupo, que se tornara único, começou a sua caminhada, acompanhado pelas Irmãs Matilde, Almerinda e Cândida.
A primeira paragem foi das mais especiais. Ocorreu em Nogueiró, onde estão algumas das Irmãs mais sábias da Congregação de S. José de Cluny.
Foi junto à imagem de Regina Mundi que se fez a oração da manhã, acompanhada por cânticos entoados a Nossa Senhora. Após o discurso da Soeur Bernardete, que muito mais encorajou o grupo, e depois dos sorrisos e da alegria que surgiram sobre a pequena confraternização entre o grupo e as Irmãs, as jovens partiram rumo ao Bom Jesus.
O tema da caminhada até ao Bom Jesus era a interlocução entre todas, para que o percurso seguinte fosse feito através de uma oração conjunta a Jesus e a Maria.
Chegadas ao escadório, que mais tarde as levaria até ao alto do monte, as jovens fizeram uma nova paragem para preparar o momento de oração seguinte. Subindo os longos degraus de escada rezaram o terço, meditando os mistérios da alegria com alguns pensamentos de Ana Maria Javouhey, terminando no Santuário, junto à grande imagem de Jesus Crucificado.
O almoço prolongou-se por um alegre momento de convívio marcado pela alegria, a descontracção e a relação de proximidade que foi um crescendo na coesão do grupo.
A etapa seguinte foi das mais importantes do fim-de-semana. As jovens puseram-se novamente a caminho e, até ao Sameiro, cada uma ficou incumbida de criar dez rosas a Nossa Senhora que significariam um desejo, um pedido ou um agradecimento à Mãe de todos nós. Até lá, o percurso fez-se em silêncio, uma vez que o momento pedia meditação.
Junto à estátua do Santo Padre João Paulo II, o grupo formou um grande círculo onde cada uma partilhou as rosas e uniu a sua dezena à da vizinha. Ao terminar as cinco dezenas, concluiu-se cada terço com o crucifixo e as três Avé-Marias simbolizando a oração das comunidades de Braga, com a intenção de os oferecer a Maria, colocando-os junto à imagem da Senhora do Sameiro, à Rainha do Mundo e deixando o outro para as acompanhar na peregrinação a Fátima, no próximo mês de Maio.
O grupo participou na Eucaristia no Santuário do Sameiro onde recebeu a agradável surpresa das Irmãs da Comunidade do Sagrado Coração. Após a Celebração Eucarística, a Irmã Emília orientou a descida até à Cripta e explicou toda a história do Santuário do Sameiro e o dogma da Imaculada Conceição.
A noite estava perto e as jovens despediram-se do Santuário Mariano para descer em direcção a Nogueiró aonde eram aguardadas pelas Irmãs para a entrega da imagem da Senhora Peregrina. Foi com muita emoção que o grupo subiu à pequena capela da Comunidade de Cristo Rei e acompanhou, solenemente, a ternurenta imagem da Virgem que passou de mão em mão, em gesto orante e silencioso, durante todo o percurso até ao Centro Infantil.
O dia terminou em adoração ao Santíssimo Sacramento e na presença de Nossa Senhora, em acção de graças pelo dia vivido e assumindo o compromisso de rezarem umas pelas outras, construindo assim, uma “cadeia de oração”.
A manhã de Domingo resumiu-se a um pequeno passeio pela cidade e ao almoço em conjunto com as Irmãs. Na despedida o grupo agradeceu, cantando, que a vida não vai parar, num gesto de reconhecimento pelo maravilhoso fim-de-semana proporcionado.
E realmente, a vida não há-de parar e, enfrentá-la tornar-se-á um desafio mais fácil se existirem actividades como esta.

Obrigada a todas que tornaram possível este grande e admirável momento.

P’lo grupo
Soraia Barros
[mais fotos em:
https://picasaweb.google.com/ritaribeiro15/Sameiro?authkey=Gv1sRgCKCsgZOk78nvvwE&feat=email# ]